terça-feira

The National - Boxer, fabuloso álbum de uma banda que não conhecia, agora irei conhecer o resto da discografia deles, este álbum é neste momento o que tenho andado a ouvir no iPod, estou encantado. Cinco Estrelas.



Bloodhound Gang - Fire Water Burn



Blonde Redhead - 23



Thom Yorke - Harrowdown Hill



The National - Mistaken For Strangers

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quarta-feira



há musicas intemporais, ele passa, elas não. esta é uma dessas para mim.

I Know It's Over - The Smiths

  Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
And as I climb into an empty bed
Oh well. Enough said.
I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go

Oh ... Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
See, the sea wants to take me
The knife wants to slit me
Do you think you can help me?
Sad veiled bride, please be happy
Handsome groom, give her room
Loud, loutish lover, treat her kindly
(Though she needs you
More than she loves you)
And I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go
Over and over and over and over
Over and over, la ...

I know it's over
And it never really began
But in my heart it was so real
And you even spoke to me, and said :
"If you're so funny
Then why are you on your own tonight?
And if you're so clever
Then why are you on your own tonight?
If you're so very entertaining
Then why are you on your own tonight?
If you're so very good-looking
Why do you sleep alone tonight?
I know ... 'Cause tonight is just like any other night
That's why you're on your own tonight
With your triumphs and your charms
While they're in each other's arms..."

It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes strength to be gentle and kind
Over, over, over, over
It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes guts to be gentle and kind
Over, over

Love is Natural and Real
But not for you, my love
Not tonight, my love
Love is Natural and Real
But not for such as you and I, my love

Oh Mother, I can feel the soil falling over my head

um pouco do passado longínquo.


Forbidden Colours

The wounds on your hands never seem to heal

I thought all I needed was to believe

Here am I, a lifetime away from you
The blood of Christ, or the beat of my heart
My love wears forbidden colours
My life believes

Senseless years thunder by
Millions are willing to give their lives for you
Does nothing live on?

Learning to cope with feelings aroused in me
My hands in the soil, buried inside of myself
My love wears forbidden colours
My life believes in you once again

I'll go walking in circles
While doubting the very ground beneath me
Trying to show unquestioning faith in everything
Here am I, a lifetime away from you
The blood of Christ, or a change of heart

My love wears forbidden colours
My life believes
My love wears forbidden colours
My life believes in you once again

As histórias que contam acerca de um sentimento existente entre personagens de um enredo, iniciado no passado e no passado terminado, têm apenas um fim possível, o que já aconteceu.
Por outro lado, as iniciadas no passado e no futuro terminadas, um qualquer fim podem ter. O melhor se possível, o melhor de nós no mínimo, se possível nunca um mau, nenhum desleal.
As histórias que narram esse mesmo sentimento entre personagens do futuro, tendem a terminar ou com uma metáfora sobre um fim passado do autor, ou com uma projecção de um sonho do autor, ou com um fim insípido.
Porque o futuro é, é e sempre será a parte do tempo mais individual, o passado e o presente sempre o partilhamos com alguém, o futuro pode ser apenas nosso e é nele que devemos nos projectar, sempre.
O futuro a Deus pertence, logo pertence-me.
Quando o futuro for presente, se Deus quiser, será então partilhado com quem nele existir.

terça-feira


O MB. dentro da televisão a ver-me a jogar, com o Corbu deitado na cama




The Sounds - Night after Night



The Organ - Brother




The Dears - Death of all the Romance

segunda-feira

Penso primeiro, penso uma vez e questiono, duvido, não acredito na conclusão.
Penso mais, penso duas vezes, concluo outra coisa, duvido.
Penso mais, penso três vezes, desempato, fico com a aparente certeza.
Ajo por impulso, nunca levo em conta o meu pensamento.
Normalmente quando faço o que penso, racionalmente arrependo-me mais tarde.
E depois tem outra coisa, devemos ter algum cuidado com as nossas afirmações de certeza.
À uns meses atrás escrevi um posto chamado: Um Dia Descemos Juntos.
Errado, não descemos juntos, subimos juntos o quebra-costas.
Fui tomar o pequeno-almoço e almoçar e lanchar em Coimbra neste domingo. Agi por impulso. Primeiro tinha pensado em ir, vou fazer uma pequena loucura. Depois tinha pensado em não ir, vou gastar imenso dinheiro e na verdade uma semana depois… Depois pensei em ir, não posso faltar, mais uma vez, à minha palavra. Depois no último minuto senti e ainda consegui pensar… estou mesmo bêbado, não consigo ir.
Mas vou assim mesmo.
E fui.
Foi bom.
Como é bom responder aos impulsos, cometer loucuras, estar com as pessoas, dormir nos comboios, viver momentos fora da rotina, ter memórias boas e longínquas que se cruzam com novos momentos bons, e partilhar isso tudo com quem está ao nosso lado.
Obrigado Ana pelo domingo, foi a melhor ressaca da minha vida, se todas fossem assim, então é que não tentava diminuir no álcool.
Parece impossível!
Oh! Diabo
Este sol…
Afinal as cadeiras fazem tanto barulho.

E ainda deu tempo de comprar uma prenda para a mãe e jantar com ela, antes de começar a tentar dormir em oito horas, as nenhumas que dormi durante o fim-de-semana.


A Viúva Negra.